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O silêncio ruim

Olá!

Pois é. Essas foram as férias em que o Blog do Lentz foi menos atuante em sua história. Fiquei incomodado com isso.

Em primeiro lugar, acho que fui um pouco atingido por esse maldito Facebook. Muitas daquelas vontades de escrever que temos por impulso eu descarreguei lá, e acabei não voltando ao tema de uma forma um pouco mais digna. É engraçado que, quando comecei o blog, eu tinha esse mesmo tipo de antipatia por ele: achava que o que era para valer tinha que ser colocado em um site, com índice, organização e links. Depois, o blog acabou se impondo, mais por contingência do que por convicção. Acabei me afeiçoando a ele e vou combater essa influência nefasta do Facebook.

Esse não foi, porém, o problema mais sério. O pior foi a constatação irrefutável de que meu blog estava sendo espionado por pessoas mal-intencionadas, que depois, nem posso imaginar por que, vazavam em outros ambientes de minha vida versões distorcidas e maliciosas de ideias que eu havia desenvolvido aqui. No começo, achei que era loucura minha. Aliás, tenho por opção de vida não levar indiretas em consideração. Entretanto, a reincidência da suspeita me levou a prestar mais atenção em certas falas, e as coincidências eram visíveis demais para que eu as ignorasse. Eu chegava aqui e ali, e no comentário de alguém eu percebia nitidamente a deturpação malévola de algo que eu havia escrito aqui.

Quem faria isso, e por quê? Antes de levar esse enredo policial adiante, pesei muito as possíveis consequências. Concluí que minhas descobertas não poderiam trazer frutos bons. Eu não teria força nem vontade para enfrentar ninguém nesse jogo subreptício, nem queria correr o risco de ter que encarar lados ocultos de pessoas queridas.  Com muito pesar, cedi, embora esteja insatisfeito com esse cerceamento. 

Todo mundo deve ter reparado que o índice de futilidade, chamemos assim, está mais alto aqui no Blog do Lentz ultimamente. Vamos falar do Max Steel! Não vamos olhar para rua, porque, nesse mundo de cristal, pisamos em calos até se flutuamos. 

Pensei em criar uma identidade secreta e fazer outro blog, sabem - e não estou dizendo que não o tenha feito. Entretanto, isso me deixou indignado. Acho um absurdo, nesse mundo podre, eu ter que me esconder para meras divagações, só porque há cabeças tão egocêntricas, tão cientes de seus pecados, tão dispostas a vestir carapuças, que acham que tudo o que dizemos se dirige a elas. Ainda outro dia, fiquei impressionadíssimo ao saber que um comentário inocente e totalmente genérico que postei por aí gerou uma reação totalmente exagerada e descabida. Até parece que estou defendendo coisas ruins.

Se ao menos eu tivesse um nome, estivesse escrevendo em uma grande jornal, uma revista de circulação nacional, até entenderia a questão, mas... Euzinho? Escrevendo bobagem no Blog do Lentz? No Facebook? Meu Deus do céu! Quem é que sequer lê essas coisas? Quem é que sequer leva internet a sério? Sinceramente, ficamos com a impressão de que há quem realmente não tenha mais o que fazer. Sujeito fica fuçando blog dos outros para plantar intriga. Puxa vida! E o pior é que acha ouvido!

Olhem. Eu admito que sou meio tagarela e que tenho uma noção talvez não consensualmente compartilhada sobre o que seja intimidade, embora eu não poste fotos minhas de sunga no Facebook nem espalhe piadinhas escatológicas, nem tenha outras atitudes que todo mundo considera perfeitamente normais. Admito também que algumas opiniões minhas não estejam de acordo com o senso comum. Se alguém se incomoda com isso, puxa... Vamos discutir a questão aqui mesmo. Não estou, nunca, me negando a isso. Esse, porém, é meu espaço. Tinha que ser resguardado meu direito à expressão. Quer se manifestar? O espaço de comentários existe para isso. Não quer se manifestar? Fique quieto, então; mas não venha descontar de outras formas lá fora, sabe, no mundo real, pelas costas, cochichadamente.

Essa questão me desanimou muito com o blog. A decisão não foi consciente, mas tenho percebido que estou pensando uma, duas, três, quatro, mil vezes antes de escrever sobre qualquer assunto que não seja brinquedo. Para falar a verdade, estou com medo. Para falar mais a verdade ainda, até de falar sobre brinquedo, até de falar sobre música, estou temeroso. Vai que a Mattel se ofende com minhas críticas à qualidade do Max. Vai que quem detém os direitos autorais sobre "Please Mr. Postman" resolve me processar. 

Ainda não sei o que vai acontecer daqui em diante. Continuo com vontade de escrever, mas tenho andado com a sensação de que essa escrita tem que ganhar um outro peso. Vamos ver o que vem.

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 21h26
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O solo perdido de "Please Mr. Postman"

Olá!

Fiz um vídeo de uma performance minha de "Please Mr. Postman", mas, antes de mostrá-lo, quero contar a história por trás dessa versão.

Todo mundo deve saber que "Please Mr. Postman" é uma canção fenomenal gravada pelos Beatles em seu álbum "With the Beatles", através do qual ela chegou a mim, há muitos anos:

Sempre fui fascinado por essa performance dos Beatles e desejei ardentemente tocá-la. Ela pertence ao grupo de canções de outros artistas que os Beatles gravaram, a respeito do que tive recentemente, com meu querido aluno Henrique Vilela, uma boa conversa via Facebook, que transcrevo parcialmente:

"No tempo dos Beatles, os cantores não compunham suas próprias canções. Havia compositores profissionais especialmente contratados para isso. Foram os Beatles os grandes responsáveis por abalar essa lógica. Veja que até hoje a maior parte dos astros pop não é responsável por compor suas próprias canções. A ideia original de George Martin não era de que eles gravassem material próprio; isso era quase impensável. Mas eles se impuseram e convenceram o George a permitir composições próprias, e essa foi uma das grandes escolhas da história da música. Os Beatles, desde antes da fama, tinham um vasto repertório de canções que eles pinçavam de sua enciclopédica cultura musical. Eles apresentavam essas canções em seus shows, na Inglaterra ou na Alemanha. Algumas já eram canções velhas na época, mas que eles atualizavam. Não se trata de exatamente do que chamamos hoje de covers, porque o objetivo deles não era uma reprodução exata, mas uma visão pessoal sobre canções de que eles gostavam. Era natural que eles gravassem algumas. Acho sensacional que eles o tenham feito, porque (1) as versões deles são todas fenomenais; (2) através dessas versões, eles revelaram suas influências; (3) através dessas versões, eles despertaram meu interesse pelas gravações originais, o que me levou à ampliação de meus horizontes. Entretanto, com o desenvolvimento deles como compositores, era inevitável que eles gravassem cada vez menos composições de outros artistas, e essa prática acabou desaparecendo. Porém, esse é um interesse que nunca sumiu totalmente, haja vista todos eles terem, ao longo da carreira, gravado canções de outros artistas, o que é exemplificado muito bem pelo fantástico CD que o Paul vai lançar no mês que vem."

Meu interesse por "Please Mr. Postman" me levou também à versão original, das Marvelettes:

A versão das Marvelettes me impressionou muito desde que a ouvi pela primeira vez, pela pegada e alma. Depois de conhecê-la, passei a valorizar mais ainda a gravação dos Beatles e ainda ganhei uma nova joia para admirar.


A história continuou e abriu espaço para minha intereferência quando assisti ao "Backbeat", no cinema. Esse foi um dia muito especial, porque fomos apenas eu e meu pai lá no Minas Shopping, que é do outro lado da cidade, em um raro programa a dois. Fiquei maravilhado com a versão de "Please Mr. Postman" apresentada no filme, pois ela vinha com um solo incrível. Falei disso com todos os meus amigos por tempos e, quando conseguimos o VHS, obriguei todo mundo a participar de um sessão lá na casa dos meus pais. Para minha surpresa, porém, quando chegou o momento tão esperado de "Please Mr. Postman", o solo não estava lá! O mesmo aconteceu no CD do filme: nada de solo. Aqui está versão com a Backbeat Band, roqueira e pesada, mas sem a passagem que eu poderia jurar que tinha ouvido:


Mas que diabo; será que eu estava doido?

Pouco tempo depois eu montei uma banda, os Moonshiners, e uma das primeiras canções de nosso repertório foi "Please Mr. Postman", pois eu estava obcecado pelo tal solo, que não existia. No melhor do meu feeling, das minhas capacidades e - não que ela fosse confiável - da minha memória, eu acrescentei esse solo à canção, que apresentamos muitas vezes.

Nos Moonshiners, porém, não havia ninguém em condição de montar um coro, e, em "Please Mr. Postman", isso é fundamental. Eu tinha comprado um gravador Tascam de quatro canais, e assim criei a Banda Virtual. Eu mesmo tocava tudo, na tradição McCartney, deixando apenas uma guitarra e a voz para apresentar ao vivo. As vozes, eu atribuí ao Coral Imaginário. Cheguei a exibir alguns números da Banda Virtual em algumas ocasiões. Certa vez, toquei "Sgt.Peppers", e onde está a parte dos sopros, logo antes do refrão, eu aproveitei para anunciar: "Senhoras e senhores, é um prazer estar com vocês nessa noite. Por favor, recebam com uma grande salva de palmas... o Coral Imaginário!". E aí entravam as vozes "We´re Sgt.Pepper´s Lonely Hearts Club Band...", e a galera batendo palma; uma delícia. Ainda tenho muitas dessas bases da Banda Virtual aqui, talvez umas dez canções ao todo.

Para "Please Mr. Postman", usei guitarra base, bateria, baixo e um coro de duas vozes. Essa bateria é programada em um aparelho, mas o som é muito bom. Quem prestar atenção vai perceber que fiz com carinho, programando as viradas e tudo mais. No baixo eu também investi um tempinho. A voz principal e a guitarra solo são ao vivo. Na época em que fiz a base, eu era teimoso e não abria mão dos tons originais, e por isso muita coisa ficava pior do que poderia ter sido. Essa "Please Mr.Postman", por exemplo, acho que eu poderia melhor um pouco, com um ou dois tons abaixo.

Meu parceiro Leonardo Alencar, da turma beatlemaníaca do Facebook, levantou a interessante teoria de que eu posso ter guardado no meu inconsciente a versão dos Carpenters, que tem um solo com muitas semelhanças com o meu. Em minha memória consciente, só tomei contato com a versão dos Carpenters posteriormente à criação do solo, mas pode muito bem ser que eu tenha ouvido aquela versão na infância, e depois ela tenha ressurgido no meu imaginário na época do "Backbeat", acionada pela experiência de ouvir outras pessoas tocando o material dos Beatles. Acho essa uma teoria muito plausível. Caso alguém se anime a comparar ou se sinta curioso, deixo aqui a famosa versão dos Carpenters:


Dito tudo isso, acho que está na hora de apresentar a minha versão. Hoje em dia, quase não toco mais, principalmente guitarra. Eu me desfiz de algumas, do que me arrependo muito, e as sobreviventes dificilmente saem de dentro do armário. Essa Telecaster que usei no vídeo é a Rose, uma guitarra linda. Ela estava emprestada com meu amigo João Paulo, que me a devolveu anteontem. Aproveitando, então, essa rara guitarra dando sopa por aqui, decidi voltar a "Please Mr. Postman" e fazer esse registro caseiro.

Portanto, senhoras e senhores... Apresentando "Please Mr. Postman"... Por favor recebam com uma salva de aplausos... Guilherme Lentz, com a Banda Virtual e o Coral Imaginário!


Então aí está. Não vou dizer que espero que gostem porque tenho autocrítica o bastante para saber dos fatos. Estou perfeitamente consciente de que não sou músico, mas a escolha é tocar assim ou não tocar de jeito nenhum, então prefiro fazer o que posso. Além do mais, como costumo dizer, há tanta gente sem talento fazendo sucesso; por que justamente eu não posso esgoelar um pouco, certo? Como coloquei na descrição lá no YouTube, minha esperança é de que alguém mais competente possa aproveitar pelo menos algumas ideias e fazer algo melhor. Fiquei muito feliz, no entanto, por amigos, com muita gentileza, terem se manifestado positivamente sobre essa gravação. Além disso, estou com esse solo há tantos anos que é reconfortante finalmente dar algum tipo de registro a ele.

Abraços,
Guilherme

 



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 10h39
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A banalização do nerd

Olá!

Acabei de assistir a um episódio hilariante de "The Big Bang Theory", mas não estou com aquela sensação de saciedade. Ultimamente, tenho ficado incomodado com a banalização da figura do nerd, que esse seriado, entre muitos outros enunciadores, está promovendo. Talvez alguém mais esteja percebendo que está saindo de cena o caráter intelectual do nerd, e está ganhando força a figura do nerd como leitor de histórias em quadrinhos, fã de ficção científica e super-heróis, colecionador de brinquedos, usuário de vestimentas inconzidentes com os padrões da moda. Não tenho, é claro, nada contra nada disso, muito antes o contrário. Entretanto, estou preocupado com o esvaziamento da intelectualidade.

Há uma campanha de valorização do nerd, bem expressa em uma propaganda que a Warner fez para divulgar "The Big Bang Theory" e que diz que "ser inteligente agora é sexy". Realmente, ser - ou, pelo menos, parecer - intelectual ganhou, de repente, uma aura de excentricidade sedutora, de charme, de sofisticação. É possível que, aproximando-se dos antes esquisitos e rejeitados nerds, as meninas indiretamente sejam vistas como desapegadas e capazes, escapando um pouco do esterótipo da bonita burra, que sempre as acompanhou. 

A visão de um grupo de jovens não deixa dúvida quanto ao sucesso desse novo padrão. Há inúmeros rapazes com cabelos de corte cuidadosamente descuidados e largas camisas desabotoadas, que pesam sobre camisetas com estampas de bandas dos anos 70 ou símbolos de super-heróis. As lojas especializadas em gibis, antes relegadas aos porões e sótãos de raríssimas livrarias mais cosmopolitas, agora se proliferam e ganham enormes seções inteiramentes dedicadas a eles. Não é incomum encontrar um animado grupo de estudantes em acalorado e teatralíssimo debate nessas seções.

Onde, porém, estão os livros? Mesmo em "The Big Bang Theory", que em tese brinca com o cotidiano de um grupo de brilhantes professores universitários, o livro é um objeto praticamente inexistente. Ser nerd, nesse contexto, limita-se a um fanatismo fútil em relação a filmes de ficções científicas e a uma postura infantil diante das mulheres. Para piorar a situação, nem em sua apaixonada devoção a manifestações alternativas da cultura de massa os personagens escapam da mais rasa percepção. Penny pode não levar Star Trek a sério, mas, quando é submetida a alguma informação, é tão capaz de elaborar suas reflexões quanto Leonard ou Sheldon, como se toda a formação dos colegas não os tivesse tornado mais capazes de elocubrações, como se a intelectualidade se limitasse ao conhecimento de dados e não à própria capacidade de se lidar com esses dados.

O que diferencia o intelectual do público comum não é o apreço por, digamos, Guerra nas Estrelas, mas a capacidade de extrair novos conceitos de um filme, com propriedade, e de enxergar matéria de pensamento no que outros nada enxergaram; de rasgar a obviedade com o pensamento e abrir novas vias de percepção e ação sobre o mundo.

Parece, de repente, que é possível ser nerd sem que se seja leitor. Parece, de repente, que é possível adquirir uma sofisticação intelectual não mais através do cultivo do saber, mas através da aquisição de certos bens de consumo, que, desprovidos de seus méritos, são apenas produtos como quaisquer outros, acessíveis não a quem estuda, mas a quem os compra. De minha parte, acredito que a leitura, diversificada, cotidiana, com qualidade e pelo menos um mínimo de quantidade, como dizia meu querido e saudoso amigo Ivan, é o único caminho que conduz à intelectualidade. Não há indícios, porém, de que os livros existam no mundo desses novos nerds. Na verdade, o que se busca, mais uma vez, é a reles aparência.

Essa campanha de banalização da cultura interessa, obviamente, ao sistema. É de todo interesse do status quo que os intelectuais se dediquem a abordagens superficiais e a futilidades e infantilidades, como ocorre em "The Big Bang Theory". Os candidatos a nerd, por sua vez, preguiçosos, vaidosos e corrompidos pelo imediatismo, prontamente abraçam esse modelo. Difunde-se a ideia de que os intelectuais estão incorporados ao grande grupo, o que de fato convence muitos, enquanto os últimos e enfraquecidos pensadores esgueiram-se, cada vez mais oprimidos e deslocados, pelos cantos desconhecidos do mundo. 

Talvez alguns desses novos nerds se lembrem de uma passagem memorável de Star Wars, quando Luke pergunta ao Mestre Yoda se o lado negro da Força é mais poderoso, ao que o velho jedi responde: "Não mais forte, mas mais rápido, e mais fácil". Yoda, como outros mestres que conhecemos, alertava para o perigo da pressa, da vaidade, da preguiça e da superficialidade. Luke, como o grande herói que é, não nega a sedução que tudo isso exerce sobre ele, mas também não sucumbe a essa sedução. Ele enfrenta seus limites intelectuais, físicos e morais e, embora não se possa dizer que ele passe por essa provação sem feridas, ele conquista dois raros troféus: a autenticidade e a dignidade. 

Quero reclamar nosso direito à inteligência e proclamar a leitura - de livros - como a única ferramenta capaz de produzir cultura, entendendo-se cultura aqui como uma qualidade cognitiva, a que nós, intelectuais, temos direito, um direito conquistado, conquistado com estudo.

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 01h12
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A moto-foguete! - oficialmente: Moto Ataque de Fogo

Turminha da Mattel,

Carinhas, vocês não sabem com quem estou mexendo... Estou nesse negócio não é de hoje. Eu já colecionava raridades dos Beatles quando nem se falava em internet, e a gente tinha que garimpar os tesouros em vias muito mais alternativas do que as de hoje. Que Beatles! Muito antes de me apaixonar por eles eu já estava atrás de discos pirata do Iron Maiden, singles que as pessoas comuns nem sonhavam que existiam, vídeos ao vivo que eram inconcebíveis na época. Vocês acham que eu não conseguia? Uma hora mostro minha discoteca.

Então, se vocês acham que vou me abalar porque vocês negam ao Brasil um ou dois itens legais do Max que vocês ainda conseguem fazer, meus amigos... Vocês não sabem de nada.

Acham que vou perder o sono? Pois durmam com essa:

Pois é, né. Se eu fosse vocês, aproveitava enquanto ainda existe alguém que se interessa por Max Steel, porque, do jeito como as coisas estão caminhando, isso não vai durar muito.

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 11h29
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Nova cabeça do Max

Olá!

Puxa, estou empacado aqui com os trabalhos finais das disciplinas que cursei no doutorado no segundo semestre de 2011. Tenho que entregar ambos hoje. A verdade, porém, é que essas duas disciplinas não foram tão legais. Uma delas discutia temas muito semelhantes ao de um curso que eu havia feito no semestre anterior, e simplesmente não tenho tanto material novo para criar um outro estudo, a não se que eu me afastasse totalmente do meu projeto e me dedicasse a autores específicos da literatura francesa, para o que eu também não tenho bagagem teórica. A outra disciplina abordava questões não só muito novas como também muito distantes do meu projeto. Estou espremendo a escrita aqui, mas está difícil produzir algo de fato consistente. Além do mais, o semestre foi puxado demais, e eu simplesmente não consegui acompanhar com tanta dedicação essas duas disciplinas. Vamos ver a que solução eu chego. Até o final do dia, tenho que entregar os dois trabalhos, que estão caminhando lentamente.

Enquanto mais algumas ideias vão pingando aqui, vou mostrar mais algumas fotos que tirei aqui na Casa Nova, mas organizei lá em Porto Seguro. Eu havia mostrado a nova cabeça do Max, mas com os bonecos dentro da caixa, e queria dar uma opinião mais definitiva, depois de analisar melhor os novos modelos. Infelizmente, as notícias não são boas. Lá vai...

Pois é, né. Vamos olhar a situação pelo lado bom: se o Max continuar nesse caminho, vou ter uma despesa a menos.

Agora volto aqui para meu texto sobre o misticismo e o heavy metal brasleiro. Tudo a ver, né?

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 10h41
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EXTRA! Nova gravação do Ringo!

EXTRA!

Meu querido Ringo - que, como todos sabem, disse que me ama - soltou há alguns dias uma gravação que faz parte de seu novo álbum, "Ringo 2012". Eu estava viajando e não pude divulgar, mas quero registrar a joia agora. Aqui está a exuberante "Wings"!

"Wings" é uma regravação de um canção que o Ringo lançou em seu álbum "Ringo the 4th", um disco muito bom, negligenciado, infelizmente, pelo público.

Embora eu não seja o maior fã do mundo de regravações, fiquei muito impressionado com essa, porque esperava algo mais rústico, e o som está arrasador, com a voz do Ringo em ótima forma. É bom constatar também que mais de trinta anos se passaram, e a canção continua ótima.

Valeu, Ringão! Espero com ansiedade o restante do CD!

Guilherme, aquele, que estava lá em Brasília - lembra, Ringo?



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 17h54
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Max vs. Makino

Olá!

Estou de volta a BH, com umas fotos que fiz aqui antes da viagem, mas que organizei lá em Porto Seguro. Vou exibir aqui um item sensacional, que chegou logo antes de eu sair de viagem, o pack duplo do Max contra o Makino, que veio de um benevolente vendedor americano, que se dispôs a achar a caixa para mim. 

O nome do vilão teria que ser pronunciado "Makino", com o "ki" sendo a sílaba tônica. Entretanto, na dublagem apareceu a pronúncia "Mákino", como se a palavra fosse proparoxítona. É claro que para o brinquedo isso não importa, mas estou tendo um pouco de conflito de identidade com o novo vilão, querendo manter o "ki" tônico.

Vamos ao pacote, que é muito bom e abre com brilho as resenhas de brinquedo de 2012 no Blog do Lentz:

Realmente, vai ser uma pena esse conjunto não acabar aparecendo nas lojas brasileiras. Espero que tenhamos, pelo menos, uma boa figura do Makino avulso. A essa altura, porém, não sei mais o que esperar. A bem da verdade, a situação do Max é tão precária aqui que não ficarei surpreso se sua comercialização for cancelada. Por outro lado, reparei que o herói fez muito sucesso no Natal e que mesmo os kits mais ridículos desapareceram das prataleiras das lojas de brinquedos. 

Então é isso. Estou de volta, e há mais algumas fotos preparadas. A viagem foi uma delícia, com esposa, meninos, muito mar, areia e piscina. Por sua vez, pelo que vejo neste início de dia, Belo Horizonte continua embaixo de chuva forte. Soube que até prédio desabou. Ainda não tive notícia de mortos, mas sei que há muitos desabrigados. Espero que prestar algum tipó de ajuda esteja a nosso alcance.

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 09h21
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Diretamente de Porto Seguro

Queridos amigos,

Estou aqui na Bahia, em Porto Seguro, em hotel enorme que minha esposa escolheu. A praia é linda, e a companhia é a melhor possível.

A lógica turística por aqui, no entanto, é deprimente. Toda a riqueza histórica e natural da região é deixada de lado em nome de uma abordagem sufocante. A única preocupação do hotel parece ser entupir o hóspede de comida o dia inteiro. Os guias turísticos só têm a preocupação de nos levar a mercadinhos pré-fabricados, onde índios fantasiados e artesãos massificados vendem produtos supostamente regionais. Como o guia obviamente ganha uma comissão por esse serviço, o único interesse dele é nos colocar para gastar, e quem se enquadrar nesse programa vai perder todos os verdadeiros pontos de interesse. Não estou com boa impressão desses profissionais: eles são ardilosos e interesseiros, tentando nos envolver com um discurso malandro e sem boas intenções. É deprimente assistir a isso. Não posso acreditar que o ponto do primeiro contato entre índios e portugueses se transformou em um oba-oba tão sem sentido.

O jeito, claro, é sair do esquema. Tenho corrido de manhã bem cedo, com o sol ainda fraco ou nascedo. É linda a vista da praia a essa hora. Ontem, porém, fiquei distraído e levei um tombo no meio da estrada. Agora estou machucado, mas acho que vou poder voltar amanhã. A piscina do hotel não é grande o bastante, mas comporta alguma braçadas. Fomos ontem também a um memorial do descobrimento, de que gostei muito. Descobri que, antes de Cabral, outro navegante português já havia avistado nossas terras e dado conta ao rei de que elas eram povoadas. Eu não sabia isso e achei esse fato assombroso. A grande atração do memorial, porém, é uma réplica em tamanho real de uma caravela, totalmente aberta a visitação. Para mim, esse artefato faz a viagem até aqui valer a pena. 

Estou também escrevendo alguns trabalhos para o doutorado e lendo o volume 9 dos Rangers, que achei lá no aeroporto. Foi sorte eu o ter trazido, pois, na confusão do check-in, lidando com malas e crianças, esqueci por lá meu exemplar do "Can´t buy me love", que eu vinha lendo. Tenho esperança de recuperá-lo na volta. 

Há muitos italianos aqui no hotel. Parece que há um voo direto de Milão a Porto Seguro, duas vezes por semana. Eles são louríssimos e esturricados pelo sol. De resto, estou impressionado com a vaidade masculina e o desleixo feminino. Há dezenas de caras fortões por aqui, fazendo minhas sessões de corrida e natação parecerem patéticas. Em compensação, as moças estão completamente descuidadas. Só querem usar roupa colorida e bugingangas. Parece que está havendo uma inversão de paradigma.

Depois de alguns dias, estou com saudades de casa, já. Quero um som de verdade e uns brinquedos. Estou também sem notícia dos Beatles. Em tempos em que tanto o Paul quanto o Ringo estão lançando material novo, isso é grave. Fico também ligeiramente angustiado com umas duas encomendas internacionais que estão para chegar, mas acho que o correio deve estar acostumado a lidar com isso.

Mas a curtição com a família está muito boa. Eles não tiveram paciência de me esperar e foram na frente, então agora vou para a praia também, encarar a água fria, em que sou praticamente obrigado a entrar. Aliás, essa foi uma decepção, pois sempre ouvi dizer que a água do nordeste era quente, mas aqui esse certamente não é o caso.

Abraços,

Guilherme

 



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 10h33
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Ano novo, vida nova, olhar novo

Olá!

Meu plano era começar o ano com um post detalhado sobre um conjunto novo espetacular do Max Steel que recebi, mas, quando conectei a câmera ao computador, descobri que um anjinho tinha andado brincando de tirar fotos. Fiquei tão tocado pela pureza da farra, pela documentação inconsciente que ele fez do mundinho dele, que tanto nos fascina, que resolvi que o post tinha que ser dele. Então, para abrir as portas de 2012 com o que o mundo pode ter de melhor, aqui está o caçula, um garoto muito peculiar, divertindo-se nas férias e ainda em clima de Natal, celebrando e tentando capturar seu universo.

É engraçado como a família se forma. Lembro-me nitidamente de uma conversa que tive com o Alex, um colega meu professor de Matemática, quando minha esposa estava grávida do mais novo. Eu dizia a ele que estava inseguro sobre como lidar com a afeição dividida. O mais velho, desde a primeira notícia de gravidez, tinha ocupado um lugar especial demais, e eu tinha medo de não haver espaço na minha vida para outro amor da mesma forma. Será que o menor seria preterido, esquecido? "Ih, Guilherme, você vai ver...", disse o Alex, pai já mais experiente, de dois ou três filhos. "Os mais novos vão chegando e achando seu espaço". 

De fato, o caçula nunca se deixou intimidar. Foi criando o seu jeitinho, construindo os seus espaços, despertando os seus afetos e, antes que eu me percebesse, era o rei do coração, de tal forma que o espaço do mais velho se tornava ainda maior. Essa é a magia do amor, a partilha, não é? Eu percebi o sentido de toda aquela conversa de que não se trata de uma disputa de território, mas de uma partilha: como na história da divisão dos pães, trata-se de multiplicar, não de diminuir.

Aí estão, portanto, algumas marcas bem literais desse processo, que se somam a muitas outras marcas, mais simbólicas e espirituais.

Eu gostaria que, em 2012, um pouco dessa alegria estivesse na vida de todas as pessoas, e que essa baguncinha saudável se pudesse fazer sentir em todos os corações.

Para terminar, deixo também a contribuição de minha esposa, que me apresentou hoje ao clipe da canção "Fireworks", de Katy Perry. A cantora não faz meu estilo, mas achei que a canção tem algum mérito, que o clipe, apesar de dar espaço para várias piadinhas sarcásticas, é mesmo tocante e apropriado à data de hoje.

Um abraço a todos, e que todos façamos a nossa parte para um mundo melhor.

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 05h09
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Canções especiais: "Only our hearts", de Paul McCartney

("Only our hearts", de Paul McCartney)

Olá!

Quando meu herói Paul McCartney abre as portas do Olimpo e lança material novo, é muito difícil escolher essa ou aquela canção. Ele é um artista muito homogêneo no quesito qualidade. Entretanto, uma canção se destacou para mim dentre as que compõem seu novo trabalho, a ser lançado no início de fevereiro de 2012. O título do álbum ainda não foi divulgado oficialmente. Especula-se que seja "My valentine" ou "Kisses on the buttom". Descrevê-lo como um "disco de standards" não seria muito apropriado, pois isso nos faria pensar nos recentes CDs de Rod Stewart ou nos "Duets" de Frank Sinatra e Tony Bennet. Paul optou por buscar canções menos conhecidas, que não se enquadram na ideia de standard, e a sonoridade do disco remete muito mais ao jazz cantado dos anos 30 e 40, por exemplo, do que ao grande som orquestral que normalmente associamos aos crooners mais famosos. Dentre as peças. estão duas originais do Paul, uma das quais é essa magnífica "Only our hearts", que fecha lindamente os cinquenta minutos de uma audição silenciadora. 

Paul caprichou em todos os aspectos dessa joia, inclusive convidando seu amigo Stevie Wonder para um emocionante e muito apropriado solo de gaita, que dá um toque todo especial. Melodia, letra, sentimento, arranjo, tudo se encaixa com perfeição. Tentei tirar a letra, mas engasguei em alguns detalhes. Deixo aqui uma transcrição imperfeita, mas que, espero, pode contribuir para o sabor desse aperitivo, enquanto esperamos o lançamento oficial do CD.

If only my love was here
I´d be taken the time to feel it
Watching over my body and soul
If only my love...
Only my love was here

I´d wish that my heart was strong
I´d be letting it beat much faster
At the thought of you holding me near
I wish that my heart...
I wish that my heart was strong

Hoping to be where you are
I´d be loving to be your lover
Don´t want the world to be far
Apart from you my love

But only our hearts will know
If we gonna spend it together
Holding on to the dreams that we share
Only our hearts know how much love is there

Puxa, vida... Ele é mesmo um feiticeiro, um feiticeiro das emoções, do som, dos momentos. Tenho muito orgulho desse amor. Quem poderia imaginar que de um formato já um pouco desgastado o Paul tiraria algo tão novo e de tanto bom gosto. Quando ele comentou sobre o álbum de standars, muitos levantaram dúvidas. Estaria ele sendo oportunista? Estaria se rendendo a um modismo, a uma facilidade? Eu, da minha parte, já aprendi: não se desconfia do Paul. Ele sabe o que representa. Aí está mais uma evidência disso, desse talento que nunca se entrega. Ao contrário, é sempre inspirador.

Creio que essa canção possa se tornar o primeiro clássico de Paul desta nova década. Da minha vida, ela já faz parte.

Abraços,

Guilherme

P.S.

Acabo de descobrir que saiu um CD muito bom, "The Bridge School Concerts 25th anniversary edition", que traz uma versão acústica matadora de "Get back", com o Paul mandando ver! Imperdível!



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 01h41
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Filhotes do Lego 3 - I-men e Megaferas

Olá!

Enquanto estou no campo do Lego, vou postar aqui umas imagens de uns bonequinhos muito legais que tenho e que também são parentes do famoso bloco de montar, os I-men e os personagens da série Megaferas.

As fotos dos I-Men não estão entre as minhas melhores, mas dão uma boa ideia para quem não conhece a série.

Muito bons mesmo. Pena a coleção ser tão pequena. Mas esses personagens desses desenhos inesquecíveis a que minha geração assistiu na infância são impagáveis. 

Depois me lembrei de um outro filho legal do Lego, as minifiguras da coleção Megaferas, que vieram na revista Recreio. Tenho umas fotos aqui.

E hoje recebi um pack fenomenal do Max Steel, o que traz o herói e o novo vilão, Makino! Aguardem as fotos! Posso adiantar que esse é um kit que vai ser muito raro, pois, ao que parece, só saiu no México. Tenho certeza de que meus parceiros de maxaventuras vão adorar esse item!

Abraços,

Guilherme

 



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 22h38
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Filhotes do Lego 2 - cópias

Olá!

Que o Lego é um dos brinquedos mais legais de todos os tempos, isso a gente nem precisa dizer. Ele é demais. 

Temos que admitir, no entanto, que ele é caro pra chuchu. Por isso, não faz mal conhecermos algumas alternativas mais compatíveis com nosso aperto. É claro que essas alternativas são dotadas de uma cara de pau sem tamanho e copiam desenvergonhadamente o Lego, mas... Puxa vida... A gente tem que brincar, e é difícil viver só de filé mignon. É claro que agora eu sou vegetariano e tudo mais, mas, enfim, acho que todo mundo entendeu a metáfora.

Então aqui estão algumas opções de menos de dez a quase cem reais e que podem garantir muitas horas de festa em qualquer família.

Recebi um carrinho fenomenal do Max agora à tarde:

Aguardem mais fotos!

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 18h42
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Está chegando!

Olá!

O mais velho está falando de uma "energia do Natal", que ele está sentindo. O negócio é contagioso ou hereditário!

Achamos o Papai Noel na rua! A Mamãe Noel bateu a foto:

Abraços natalinos,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 10h37
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Filhotes do Lego 1 - Tente

Olá!

Oba! Amanhã é véspera de Natal! Esses com certeza estão entre os meus dois dias preferidos do ano! Tendo tido uma experiência natalina muito intensa desde a mais remota infância, com vários lances mágicos envolvendo brincadeira, família, leituras e outras áreas de atuação, mantenho uma percepção muito carinhosa do Natal. Agora, assumindo o manto do Papai Noel, para falar a verdade, tenho vivido alguns dos natais mais memoráveis.

Natal e brinquedo obviamente têm tudo a ver, e por isso vamos continuar nesse que é um dos meus assuntos preferidos. Como recentemente falei do Lego, vou abordar algumas crias dele, começando pelo Tente, um brinquedo fascinante que apareceu em algumas lojas em meados dos anos 80 e sumiu pouco depois, provavelmente engolido pelo próprio Lego, que chegou aqui naquela época também, sem deixar espaço para concorrência. A presença do Tente, porém, foi significativa o bastante para que eu nunca mais me esquecesse dele e o guardasse em segurança, no armário e no coração.

Aí está o valente astronauta, o primeiro de uma pequena tropa que hoje orgulhosamente tenho em minha coleção. Segundo o Norad, o Comando de Defesa do Espaço Aéreo Norte-americano, Papai Noel decola em dez horas. Aqui no Brasil, a véspera mais legal do ano começa em cerca de cinco horas e meia, e amanhã estaremos todos juntos na Noite Encantada. Quem sabe, ao invés daqueles caças, o Norad não quer mandar um desses aviõezinhos do Tente fazer a escolta do trenó.

Abraços,

Guilherme



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 18h34
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Poderes de Greyskull

Olá!

Quer dizer que as férias chegaram! Puxa, que legal, não é? Esse ano eu me empenhei muito para antecipar o máximo possível de tarefas, e assim ter um início de férias tranquilo, no lugar daquela descarga de relaxamento em cima de uma situação muito tumultuada, o que não estava dando certo. Como resultado, estou me sentindo mais saudável e sereno do que em anos anteriores, apesar de nem tudo ter acontecido como eu sonhava. Acontece. Recomposição, e vamos adiante.

Para abrir as férias, montei umas fotos de um item sensacional, seguindo a sugestão de meu amigo Jean. Ele andou visitando um texto antigo aqui do blog, sobre as reedições do He Man feitas pela MattyCollecor. Vale conferir o boneco: http://guilhermelentz.blog.uol.com.br/arch2010-01-24_2010-01-30.html#2010_01-28_19_57_57-3895527-0. Nesse texto, eu mencionei meu velho boneco de resina do He Man, e o Jean sugeriu que eu o documentasse. Muito bem, Jean! Seu pedido é uma ordem, e aqui está, em toda a sua glória infantil, o Campeão de Etérnia, tão concreto quanto ele poderia ser naquele início dos anos 80 para uma apaixonada criança brasleira.

Agora tudo vai ser bom. Estou esperando algumas notícias para definir minha situação profissional para 2012, mas a equipe está preparada e entrosada, e acredito que pelo menos alguma bola vai entrar no gol. Quero deixar o clima bom para a chegada do Papai Noel, anunciando o Menino da Paz.

Abraços,

Guilherme 

 

P.S.

O Departamento de Novidades da Central do Lentz acaba de receber a informação de que o professor mais proprietário desse blog acaba de ser confirmado em uma nova escola a partir de 2012, somando essa oportunidade ao trabalho que ele já desenvolve em outra instituição! Que boa notícia!



Escrito por Professor Guilherme Lentz às 17h47
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